No boteco

O corpo, este mistério

Meu pensamento vagueia e me conduz até o corpo, que é a sua casa. Ali ele é semeado, concebido e parido. O corpo que lhe pariu é agora o seu tema, ou melhor, a sua cena. Voltar ao corpo é como voltar para casa e encontrar o familiar, a convivência cotidiana, o rosto conhecido. Mas não nos deixemos enganar. No familiar também mora o desconhecido. Talvez seja por isso que muitas pessoas se frustram e se decepcionam quando alguém que elas pensavam conhecer muito bem, de repente age de forma surpreendente ou revela algo inusitado Mas você? Como foi capaz de fazer isso? – elas não percebem que o desconhecido nos ronda a todo o momento.

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25/08/2008 - Posted by | Uncategorized

2 Comentários »

  1. Mas “voltar ao corpo” tem sido a tarefa de todos os seres em construção… Voltar ao corpo e se surprender com o que ele pode fazer é natural, faz parte do novo, da descoberta. Difícil é encarar o “desconhecido” como “familiar” e se acovardar com o que ele PODE fazer!
    Sim, somos capazes, mas não o fizemos.

    Comentário por Christina | 10/09/2008 | Responder

  2. É verdade Cristina, junto com o desconhecido anda o medo. Mas ele não passa de uma miragem que se agigantesca diante de nós. É preciso vê-lo com outros olhos – os olhos da superação. Abç

    Comentário por marciosales | 10/09/2008 | Responder


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