Saudades Zé

Que bom te ver por aqui e encontrar tua bela poesia. Dançante, vadia, cheia de samba-canção. Saudades de todos vocês e dos nossos papos intermináveis… amizades sem preço que carrego comigo. E as crônicas, Zé? Manda outras pra cá. Qualquer dia desses vou encarar a serra e bater por aí. Se vier pras bandas daqui não se esquece de avisar. Tem sempre algo acontecendo. Um dia desses parou em minhas mãos as Recordações da Casa dos Mortos. Me lembrei de você. Ri à beça. Chove neste momento e o cheiro da chuva correndo me lembra o rio que corta a cidade. O barulho das águas parece um blues. A filosofia me acompanha. Até à próxima…
Olha só a nova invenção!

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