E por falar em China…
Não se trata de mais um texto sobre as Olimpiadas na China. No boteco apresenta outro China. O músico pernambucano em seu mais recente trabalho, Simulacro (2007).
É assim que China define o Simulacro:
“Aparência, imitação, reprodução imperfeita. Visão sem realidade. É mesmo que o cara tá vendo, mas já é outra coisa, que o cara não vai ter nunca na mão, tendeu? É como se fosse falso, ao mesmo tempo original, ao mesmo tempo fantástico, ao mesmo tempo fantasioso, métrico, imétrico, tá ligado? É conversa pra doido. É do mimeográfo à maquina de xérox. mimeógrafo? Eu quero seguir simulando o que é humano, mas é isso: fingimento, disfarce, simulação, artificial, nada do que é concreto, tá ligado? É plágio e ágil. Retocando o irretocável. Tudo convergindo com uma coisa só. É espelho invertido, difuso, irretocável. Eu ‘num’ tô dizendo a tu!�?”
Na seção música você vai encontrar o China cantando Um dia lindo de morrer.
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